Trânsito - Veículos
Nova regra reduz custos para motoristas sem infrações, mas mantém a exigência de exame médico para garantir a segurança no trânsito.
Atlas da Violência e anuário da PRF apontam alta de mortes com motociclistas e redução de óbitos nas rodovias federais.
Novos radares inteligentes entram em fase de testes no país para monitorar veículos barulhentos e reduzir impactos da poluição sonora urbana.
Orientação da SENATRAN acelera implementação da nova regra para primeira habilitação e Estados já começam a cobrar o exame de candidatos às categorias de moto e carro.
Relatório do PL 8085/2014 propõe mudanças estruturais no Código de Trânsito Brasileiro, com impacto para condutores, autoescolas e órgãos de trânsito.
As regras atuais consideram as infrações cometidas nos últimos 12 meses para definir quando o motorista pode responder ao processo de suspensão da CNH.
Frenagem automática, assistente de faixa e outros recursos avançados elevam a segurança dos veículos, porém a responsabilidade pela condução continua sendo do motorista.
Essa exigência tem como objetivo garantir a segurança viária, a conformidade técnica e a legalidade da documentação do veículo.
Ao se aproximar de um local público para estacionar, o condutor precisa considerar fatores que vão desde a sinalização até as condições de acessibilidade.
A imprudência no trânsito é um fenômeno complexo e de diferentes aspectos, que ultrapassa a simples desobediência às normas legais.
A nova lei autoriza que os recursos provenientes das multas sejam aplicados no custeio integral do processo de habilitação.
Essa proibição não é um capricho legal, mas sim uma resposta direta à vulnerabilidade infantil no trânsito.